20 março 2007
19 março 2007
DIA DO PAI
Comemoramos hoje, dia 19 de Março o DIA DO PAI. Parabéns a todos os pais e aqui fica, para eles, um poema:
É um dia iluminado
pela ternura de quem ama
em cada filho o futuro
como se fosse uma chama
que nada pode apagar,
seja o vento, seja a chuva,
seja a tormenta do mar.
É um dia carinhoso
com uma história para contar
que só acaba à noite
quando nos vamos deitar,
ao colo do nosso pai
com uma canção de embalar.
José Jorge Letria
in “O Livro dos Dias”
Cá na escola ouvimos a história “Pai, querido pai! Como é o teu?” da escritora Luísa Ducla Soares, com ilustrações muito engraçadas de Pedro Leitão, que nos mostram maneiras de ser dos pais; por exemplo:
Todos realizaram belos trabalhos para oferecer aos pais que logo terão uma surpresa...
16 março 2007
MISTÉRIO NA BIBLIOTECA...
Os livros de poesia da nossa biblioteca andam atrevidos!
Imaginem que sairam todos da estante e espalharam-se pelas mesas...
O que será que está a acontecer?
AVISO
Avisam-se todos os alunos e alunas da escola nº 3 que na próxima semana não poderão requisitar livros para levar para casa, porque os livros precisam de estar todos na biblioteca para serem limpos e arrumados.
PODEM CONTINUAR A LER OS LIVROS NA BIBLIOTECA!
"EU E O MEU PAPÁ"
Os meninos e as meninas da sala da educadora Augusta, do Jardim de infância Tágides, depois de ouvirem a história "Eu e o meu Papá" fizeram o desenho da parte da história que mais gostaram. Vejam lá:
O Papá levanta-me no ar
E rodopiamos juntos, a sorrir.
Sinto a cabeça tonta, a girar
E o mundo à solta a fugir!

Nos dias cinzentos de chuva,
Não tenho medo de me molhar.
O Papá ensinou-me um truque:
Saltitar, saltitar, e dos pingos desviar!
E rodopiamos juntos, a sorrir.
Sinto a cabeça tonta, a girar
E o mundo à solta a fugir!

Nos dias cinzentos de chuva,
Não tenho medo de me molhar.
O Papá ensinou-me um truque:
Saltitar, saltitar, e dos pingos desviar!


Encontramos um belo manjar:
Hmmm, mel delicioso e dourado.
Mas as abelhas vão-se zangar...
Hmmm, mel delicioso e dourado.
Mas as abelhas vão-se zangar...
E o Papá diz “foge, para não seres picado!”

O meu Papá é fantástico
e melhor pai não há!
Seremos amigos para sempre,
Seremos amigos para sempre,
eu e o meu Papá!
13 março 2007
AINDA O ZBIRIGUIDÓFILO
A pedido de algumas alunas e também de mães aqui está a história "O Zbiriguidófilo" da autoria de Keil do Amaral, com ilustrações de Luísa Brandão:Era uma vez um menino que tinha um zbiriguidófilo em casa.
Foi um tio, que viajava muito, quem lhe trouxe um dia o zbiriguidófilo, das ilhas Sandwich na Polinésia, escondido numa lata de bolachas (pois, como sabem, é proibido trazer zbiriguidófilos de lá).
É claro que o menino ficou muito contente: mais ninguém tinha um zbiriguidófilo senão ele!
E, além disso, o zbiriguidófilo era lindo: tinha várias cores e, quando o punham ao sol, mudava as cores dumas para as outras (de maneira que ficava sempre com as mesmas, mas trocadas – não sei se estão a perceber: onde antes era amarelo, ficava verde, e onde era verde ficava amarelo…).
O menino tinha muito cuidado com o zbiriguidófilo, está visto. Era o seu tesouro! Lavava-o, dia sim dia não, com uma mistura de sumo de tomate e pó de talco, pois é assim que os zbiriguidófilos ficam mais luzidios, e secava-o depois entre as folhas do caderno de matemática, pois é isso que faz os zbiriguidófilos felizes. Os zbiriguidófilos adoram papel quadriculado.
O menino sonhava levar um dia o zbiriguidófilo à escola, e mostrá-lo aos seus amigos. Mas os pais ainda não tinham deixado:
- E se o zbiriguidófilo se assustava com tanto barulho? Sabe-se lá o que podia acontecer…
O menino quase todos os dias insistia: – Deixem-me levar o zbiriguidófilo! Eu prometo tomar conta dele, e vão ver que não acontece nada…
Tanto insistiu, que ficou combinado: na segunda-feira seguinte – depois de um fim-de-semana com juízo – ele levaria o zbiriguidófilo consigo para a escola. O pior foi o que aconteceu a seguir!
No sábado, à hora do almoço, quando o menino veio da escola – não encontrou o zbiriguidófilo no sítio do costume (que era dentro de uma jarra de latão que havia na sala).
Foi ter com a mãe:
– Viste o zbiriguidófilo?
– Eu não – disse a mãe –, tenho estado a fazer o almoço e não reparei nele.
(Essa agora! Os pais, às vezes, são mesmo disparatados, não acham? Como é que se deixa assim desaparecer um zbiriguidófilo sem dar por nada?! E logo antes da visita à escola!)
Foi uma aflição!
O menino procurava por toda a casa. A menina procurava na marquise.
Até o pai, quando veio, ficou muito ralado e foi para a rua perguntar se alguém da vizinhança teria visto o zbiriguidófilo.
Nada.
À noite, o menino deitou-se e não conseguia dormir, tão triste estava. A mãe veio consolá-lo: - Ele aparece, não estejas preocupado. Tenho a certeza de que vai aparecer.
O menino só não chorava porque tinha um bocadinho de vergonha. Por fim, lá adormeceu.
No dia seguinte, mal acordou, foi a correr à jarra de latão – mas o zbiriguidófilo não tinha voltado.
Um zbiriguidófilo tão bonito…
Todo o dia procuraram, e nada… E no dia seguinte era segunda-feira! Que desgosto!
À noitinha, como de costume, o menino foi à casa de banho antes de se deitar. Muito triste… lavou os dentes; fez as suas necessidades; puxou a correntinha e
– IIIIIIIAAAAAAAAAUUUUUUUU!!!
Então não era o zbiriguidófilo que estava escondido dentro do autoclismo?! Vejam lá!
Todo molhado! Cheio de frio! Cheio de fome! Mas calculem a alegria que foi naquela casa!
Foi preciso gastar quase um litro de sumo de tomate e 125 gramas de pó de talco para o pôr outra vez luzidio. E na segunda-feira de manhã, lá foi para a escola, dentro de uma caixa de sapatos forrada a papel quadriculado, todo bonito!
Como era de esperar, fez um sucesso: todos queriam pegar-lhe; fizeram-lhe muitas festas; e umas meninas disseram que era a coisa mais fofa que tinham visto.
Ora isto é o máximo que se pode dizer a um zbiriguidófilo. Ficam tão contentes que já nem sabem o que fazer para mostrar a sua satisfação… Depois de ter pulado para todos os candeeiros da sala de aulas, o zbiriguidófilo deu dentadinhas nas canelas de todos os meninos, sem esquecer um único; fez chichi na bata da senhora contínua e deitou-se de barriga para o ar na secretária da professora! A senhora professora foi então buscar um grande dicionário, e disse:
– Vou ler aos meninos o que diz aqui sobre os zbiriguidófilos… (abriu o livro… procurou em várias folhas, enquanto dizia – ora… zbiriguidófilo… zbiriguidófilo… vem na letra Z… – passou muitas folhas – Não, não está na Z… Ah! Claro, vem na letra S… Sebiriguidófilo, evidentemente… – andou muitas folhas para trás… muitas…).
(E como nós não podemos estar aqui à espera que ela encontre a palavra no dicionário para saber o que é um zbiriguidófilo, vocês depois procuram, está bem?)
Agora, o melhor é irem para a cama, e sonharem com o zbiriguidófilo!
Foi um tio, que viajava muito, quem lhe trouxe um dia o zbiriguidófilo, das ilhas Sandwich na Polinésia, escondido numa lata de bolachas (pois, como sabem, é proibido trazer zbiriguidófilos de lá).
É claro que o menino ficou muito contente: mais ninguém tinha um zbiriguidófilo senão ele!
E, além disso, o zbiriguidófilo era lindo: tinha várias cores e, quando o punham ao sol, mudava as cores dumas para as outras (de maneira que ficava sempre com as mesmas, mas trocadas – não sei se estão a perceber: onde antes era amarelo, ficava verde, e onde era verde ficava amarelo…).
O menino tinha muito cuidado com o zbiriguidófilo, está visto. Era o seu tesouro! Lavava-o, dia sim dia não, com uma mistura de sumo de tomate e pó de talco, pois é assim que os zbiriguidófilos ficam mais luzidios, e secava-o depois entre as folhas do caderno de matemática, pois é isso que faz os zbiriguidófilos felizes. Os zbiriguidófilos adoram papel quadriculado.
O menino sonhava levar um dia o zbiriguidófilo à escola, e mostrá-lo aos seus amigos. Mas os pais ainda não tinham deixado:
- E se o zbiriguidófilo se assustava com tanto barulho? Sabe-se lá o que podia acontecer…
O menino quase todos os dias insistia: – Deixem-me levar o zbiriguidófilo! Eu prometo tomar conta dele, e vão ver que não acontece nada…
Tanto insistiu, que ficou combinado: na segunda-feira seguinte – depois de um fim-de-semana com juízo – ele levaria o zbiriguidófilo consigo para a escola. O pior foi o que aconteceu a seguir!
No sábado, à hora do almoço, quando o menino veio da escola – não encontrou o zbiriguidófilo no sítio do costume (que era dentro de uma jarra de latão que havia na sala).
Foi ter com a mãe:
– Viste o zbiriguidófilo?
– Eu não – disse a mãe –, tenho estado a fazer o almoço e não reparei nele.
(Essa agora! Os pais, às vezes, são mesmo disparatados, não acham? Como é que se deixa assim desaparecer um zbiriguidófilo sem dar por nada?! E logo antes da visita à escola!)
Foi uma aflição!
O menino procurava por toda a casa. A menina procurava na marquise.
Até o pai, quando veio, ficou muito ralado e foi para a rua perguntar se alguém da vizinhança teria visto o zbiriguidófilo.
Nada.
À noite, o menino deitou-se e não conseguia dormir, tão triste estava. A mãe veio consolá-lo: - Ele aparece, não estejas preocupado. Tenho a certeza de que vai aparecer.
O menino só não chorava porque tinha um bocadinho de vergonha. Por fim, lá adormeceu.
No dia seguinte, mal acordou, foi a correr à jarra de latão – mas o zbiriguidófilo não tinha voltado.
Um zbiriguidófilo tão bonito…
Todo o dia procuraram, e nada… E no dia seguinte era segunda-feira! Que desgosto!
À noitinha, como de costume, o menino foi à casa de banho antes de se deitar. Muito triste… lavou os dentes; fez as suas necessidades; puxou a correntinha e
– IIIIIIIAAAAAAAAAUUUUUUUU!!!
Então não era o zbiriguidófilo que estava escondido dentro do autoclismo?! Vejam lá!
Todo molhado! Cheio de frio! Cheio de fome! Mas calculem a alegria que foi naquela casa!
Foi preciso gastar quase um litro de sumo de tomate e 125 gramas de pó de talco para o pôr outra vez luzidio. E na segunda-feira de manhã, lá foi para a escola, dentro de uma caixa de sapatos forrada a papel quadriculado, todo bonito!
Como era de esperar, fez um sucesso: todos queriam pegar-lhe; fizeram-lhe muitas festas; e umas meninas disseram que era a coisa mais fofa que tinham visto.
Ora isto é o máximo que se pode dizer a um zbiriguidófilo. Ficam tão contentes que já nem sabem o que fazer para mostrar a sua satisfação… Depois de ter pulado para todos os candeeiros da sala de aulas, o zbiriguidófilo deu dentadinhas nas canelas de todos os meninos, sem esquecer um único; fez chichi na bata da senhora contínua e deitou-se de barriga para o ar na secretária da professora! A senhora professora foi então buscar um grande dicionário, e disse:
– Vou ler aos meninos o que diz aqui sobre os zbiriguidófilos… (abriu o livro… procurou em várias folhas, enquanto dizia – ora… zbiriguidófilo… zbiriguidófilo… vem na letra Z… – passou muitas folhas – Não, não está na Z… Ah! Claro, vem na letra S… Sebiriguidófilo, evidentemente… – andou muitas folhas para trás… muitas…).
(E como nós não podemos estar aqui à espera que ela encontre a palavra no dicionário para saber o que é um zbiriguidófilo, vocês depois procuram, está bem?)
Agora, o melhor é irem para a cama, e sonharem com o zbiriguidófilo!
12 março 2007
EU E O MEU PAPÁ

Hoje os meninos e as meninas do Jardim de Infância nº 2 da Verderena ouviram a história "EU E O MEU PAPÁ", porque o Dia do Pai está a chegar e vão começar a fazer as prendas para oferecer ao pai. Mas isso ainda é segredo...
A história foi escrita por Alison Ritchie e ilustrada por Alison Edgson. É da editora Minutos de Leitura e começa assim:
O meu papá acorda-me
todas as manhãs cedinho.
Faz-me cócegas no nariz
e na testa dá-me um ....................
todas as manhãs cedinho.
Faz-me cócegas no nariz
e na testa dá-me um ....................
Saímos para explorar.
Há tanto para descobrir.
O papá conhece os melhores segredos
e ajuda-me a .................!
Há tanto para descobrir.
O papá conhece os melhores segredos
e ajuda-me a .................!
O meu papá é um gigante.
Pois cá em cima também eu!
Estico o braço muito alto
e quase toco no ............
Pois cá em cima também eu!
Estico o braço muito alto
e quase toco no ............
És capaz de descobrir as palavras que faltam no fim das quadras? As crianças do Jardim 2 também descobriram...
09 março 2007
ZBIRIGUIDÓFILOS
Aviso aos criadores dos zbiriguidófilos e das zbiriguidófilas:
Os zbiriguidófilos que estão em exposição
ainda dormem na biblioteca este fim-de-semana!
A partir de 2ª feira já podem vir buscá-los.
Obrigada.
FESTA DA PAZ
08 março 2007
BIBLIOTECA MUNICIPAL
Aqui o João mostra as estantes com livros que falam sobre a história da cidade e fala sobre o sistema de alarme da bibloteca.
Aqui é a sala de arquivo da biblioteca.
E aqui é a sala onde o João nos contou a história da bruxa Rabucha e nós lhe contámos a história do zbiriguidófilo.
Antes de virmos embora o João deu-nos um impresso para preencher para termos cartão da biblioteca e podermos lá requisitar livros. Ofereceu-nos ainda desenhos para colorir. Obrigado João!
INVASÃO
DIA MUNDIAL DA MULHER
Comemora-se a 8 de Março o Dia Mundial da Mulher. Para desejar um dia muito feliz para todas aqui vai um poema:
O DIA DA MULHER
É a mãe, a irmã, a namorada.
É o amor que nos cerca.
É a palavra murmurada.
É o fruto proibido
de uma história inacabada.
É o mundo a transformar-se
na hora da sua entrada.
É a carícia discreta,
a sabedoria guardada
no cofre das confidências
por dentro da madrugada.
É a voz no feminino
a lembrar que o seu lugar
mudou o nosso destino
desde o dia em que nascemos,
em tudo quanto aprendemos,
mulher, mãe e namorada,
a transformar o mundo
sem quase se dar por nada,
escrevendo as leis da mudança
sem nunca deixar de ser fada.
José Jorge Letria
in “O Livro dos Dias”
É a mãe, a irmã, a namorada.
É o amor que nos cerca.
É a palavra murmurada.
É o fruto proibido
de uma história inacabada.
É o mundo a transformar-se
na hora da sua entrada.
É a carícia discreta,
a sabedoria guardada
no cofre das confidências
por dentro da madrugada.
É a voz no feminino
a lembrar que o seu lugar
mudou o nosso destino
desde o dia em que nascemos,
em tudo quanto aprendemos,
mulher, mãe e namorada,
a transformar o mundo
sem quase se dar por nada,
escrevendo as leis da mudança
sem nunca deixar de ser fada.
José Jorge Letria
in “O Livro dos Dias”
07 março 2007
PARABÉNS RTP

A R.T.P. faz hoje 50 anos. Parabéns!
Na 2 podes ver desenhos animados e séries muito divertidas no programa ZIG ZAG.
É de 2ª a 6ª Feira:
das 07:00h às 14h e das 19:30h às 20:45h.
No ZIG ZAG podes ver:
CARTEIRO PAULO Estreia DORA A EXPLORADORA
05 março 2007
RETRATOS DE ANIMAIS
Não te esqueças: foi inaugurada no passado Sábado, no auditório Augusto Cabrita, uma exposição muito gira: 'Retratos de Animais', do ilustrador croata Svjetlan Junakovic.
De 3 de Março a 6 de Maio. Terça-feira a domingo, das 17.00 às 22.00 horas. Não deixes de visitar!
De 3 de Março a 6 de Maio. Terça-feira a domingo, das 17.00 às 22.00 horas. Não deixes de visitar!
04 março 2007
UMA LEBRE EM MARÇO
Os dias já estão a ficar maiores, o Inverno está quase no fim, vamos celebrar a chegada da Primavera com esta bela história. Começa assim:
“Estava um belo dia de Primavera. Um daqueles dias que ofereciam boa disposição e bom tempo. A Lebre decidiu dar um passeio pela floresta. Partiu com uma mala cheia de ânimo. Começou a caminhar, sem saber para onde ia. Na sua cabeça entoava uma canção. Não conseguia lembrar-se da letra, talvez nunca ativesse sabido.
Seguia o seu nariz e respirava os odores primaveris.
Caminhou até chegar a uma clareira. Estava alguém ali...
TEATRO INFANTIL
Março é o mês do teatro, porque no dia 27 se comemora o DIA MUNDIAL DO TEATRO!
No Barreiro está a peça infantil: ROSMANINHO E ALECRIM no dia 25 de Março, às 16 horas, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.
A encenação é de Guilherme Filipe, e do elenco fazem parte, entre outros, Cláudia Lauro, Inês Fernandes e Pedro Martinho.
"Rosmaninho e Alecrim é a história de um pai sonhador, uma alegre empregada suíça, dois amigos divertidos e preocupados com a escolha de uma prenda para Rosmaninho - que queria ser... Popstar!!!"
No Barreiro está a peça infantil: ROSMANINHO E ALECRIM no dia 25 de Março, às 16 horas, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.
A encenação é de Guilherme Filipe, e do elenco fazem parte, entre outros, Cláudia Lauro, Inês Fernandes e Pedro Martinho.
"Rosmaninho e Alecrim é a história de um pai sonhador, uma alegre empregada suíça, dois amigos divertidos e preocupados com a escolha de uma prenda para Rosmaninho - que queria ser... Popstar!!!"
VISITA À QUINTA PEDAGÓGICA
Fomos à Quinta Pedagógica dos Olivais e vimos coisas muito bonitas. Aqui estão os desenhos....


No dia 1 de Março, à tarde as meninas e os meninos do 1º ano da professora Teresa foram fazer uma visita de estudo.
Vamos saber o que é que eles acharam da visita:
GOSTEI MUITO...
... de fazer pão. (Joana)
... de dar comida aos animais. (Tiago)
... de ver os animais. (Ricardo Neves)
... de dar comida aos animais. (Sara)
... de ver o pavão. (Ana Rita)
... de dar comida aos animais. Foi muito giro. (Rita)
ADOREI...
... a visita e gostei de dar comida aos animais. (Duarte)
... os animais, mas gostei mais de dar comida aos cavalos e aos burros. (Diogo Filipe)
... fazer pão e depois provar. (Diogo Luís)
... a quinta. Foi espectacular! (Carolina)
... toda a quinta! (Filipa)
... a quinta e de dar comida aos animais. (André)
GOSTEI...
.... de andar de autocarro e de dar comida aos animais. (Ricardo Jorge)
... de dar comida às vacas. (João Rafael)
... de tudo. (Raquel)
Por fim, o Ricardo Lopes afirmou:
Foi muito bonito ver os animais.
E o David disse:
A quinta é muito divertida.
Na quinta pedagógica também assistiram ao ATELIER DE COLORAÇÃO DA LÃ.
Sabias que:
... nos nossos dias, a lã normalmente é colorida nas fábricas com produtos químicos.
Mas nós também podemos dar cor à lã com produtos naturais.
Podemos usar:
- casca de cebola - dá a cor - laranja escuro
- beterraba - dá a cor – rosa claro
- café - dá a cor – castanho claro
- folhas de hera - dá a cor – verde claro
- folha de louro - dá a cor – amarelo pálido
(Folheto da Quinta Pedagógica dos Olivais)
Vamos saber o que é que eles acharam da visita:
GOSTEI MUITO...
... de fazer pão. (Joana)
... de dar comida aos animais. (Tiago)
... de ver os animais. (Ricardo Neves)
... de dar comida aos animais. (Sara)
... de ver o pavão. (Ana Rita)
... de dar comida aos animais. Foi muito giro. (Rita)
ADOREI...
... a visita e gostei de dar comida aos animais. (Duarte)
... os animais, mas gostei mais de dar comida aos cavalos e aos burros. (Diogo Filipe)
... fazer pão e depois provar. (Diogo Luís)
... a quinta. Foi espectacular! (Carolina)
... toda a quinta! (Filipa)
... a quinta e de dar comida aos animais. (André)
GOSTEI...
.... de andar de autocarro e de dar comida aos animais. (Ricardo Jorge)
... de dar comida às vacas. (João Rafael)
... de tudo. (Raquel)
Por fim, o Ricardo Lopes afirmou:
Foi muito bonito ver os animais.
E o David disse:
A quinta é muito divertida.
Na quinta pedagógica também assistiram ao ATELIER DE COLORAÇÃO DA LÃ.
Sabias que:
... nos nossos dias, a lã normalmente é colorida nas fábricas com produtos químicos.
Mas nós também podemos dar cor à lã com produtos naturais.
Podemos usar:
- casca de cebola - dá a cor - laranja escuro
- beterraba - dá a cor – rosa claro
- café - dá a cor – castanho claro
- folhas de hera - dá a cor – verde claro
- folha de louro - dá a cor – amarelo pálido
(Folheto da Quinta Pedagógica dos Olivais)
02 março 2007
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