Será inaugurada no próximo dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança), pelas 11.00h, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, a exposição das ilustrações originais da obra “O Livro das Sete Cores” deMª Alberta Menéres e António Torrado.
... da biblioteca da Escola nº3 do Barreiro, na Verderena.
Será inaugurada no próximo dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança), pelas 11.00h, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, a exposição das ilustrações originais da obra “O Livro das Sete Cores” de
Teresa Lima foi a vencedora do Prémio Nacional de ilustração, com os desenhos deste livro.
Este espectáculo conta a história do solitário Ping, um pinguim que sonhava voar como as outras aves. O sonho de voar fá-lo descobrir que o mundo à sua volta, que parece tão difícil e cheio de obstáculos, é afinal um jogo divertido.
Este é o Lalabit criado pelo Nuno.
Este é o Boby, tem 3 anos e gosta de comer ossos. É muito brincalhão. Autora: Bruna Aqui ficam alguns textos:
A vida de D. Camaleão Luís da Silva Correia Henriques
O Senhor D. Camaleão Luís da Silva Correia Henriques tem 24 anos e é um grande Juiz de Portugal. A sua bisavó era do tempo do Condado Portucalense e possuía muito ouro.
O Senhor D. Camaleão tem uns lindos olhos verdes, cabelo loiro encaracolado e gosta muito da cor azul.
O Juiz gosta muito de viajar e ambiciona fazer uma viagem a Madagáscar.
Gosta muito de boa comida, sendo o caldo verde a sua sopa preferida. Preocupa-se muito com a sua pele, por isso come sempre vegetais e faz diariamente um sono de beleza.
Todas as pessoas do reino que precisassem contratavam-no como juiz.
A História da Princesa
Era uma vez uma princesa que se chamava D. Maria Fonseca de Assis, tinha uns lindos olhos azuis que brilhavam muito e pareciam cinzentos.
A princesa era ainda muito novinha, tendo apenas vinte e quatro anos de idade.
O castelo desta linda princesa ficava em Paris, França, de onde era natural, país do continente europeu.
O seu lindo cabelo loiro mudava de cor quando estava ao sol e, quando não havia sol era castanho escuro da cor da marmelada. De manhã e à noite vestia camisas de dormir e à tarde para sair e ir aos bailes lindos vestidos. Para os bailes os seus vestidos preferidos eram os cor de rosa, mas para viajar preferia os vermelhos.
A princesa gostava muito de viajar, sobretudo pela Grécia.
A vida de Leonardo di Caprio
Leonardo di Caprio tinha dezoito anos de idade e apesar de tão jovem era já um grande escritor.
Tinha um belo cabelo amarelo claro e uns lindos olhos azuis.
Como comida preferia a carne, em particular carne de rinoceronte.
Vivia na cidade do Barreiro, na rua da Corredoura.
A leitura era a sua actividade preferida para ocupação dos tempos livres.
O REINO DAS SETE ONDAS
Era uma vez um grande reino cujo poderio fora conquistado ao mar, em viagens e intermináveis batalhas. O rei era senhor de tudo o que se avistava sobre a terra e sobre o mar, e mesmo aquilo que não se via e apenas podia ser imaginado também lhe pertencia.
Com o tempo, foram desaparecendo os seus inimigos e adversários e, com eles, os objectivos a atingir e os sonhos a realizar. Quanto mais poderoso o rei se sentia, mais só ficava, e isso entristecia-o e deixava-o melancólico e distante.
- Mas, agora que acabaram as batalhas no mar e as lutas na corte – contrapôs o rei -, eu sinto uma grande melancolia, pois nada mais tenho para fazer, e até o mar é calmo e plano como um espelho feito de águas imóveis.
A feiticeira Maresia, que sempre vira o rei como um homem de acção, cheio de energia e de entusiasmo, percebeu a sua inquietação, pois era disso mesmo que se tratava. O rei era um homem inquieto que não fora feito para passar os dias a olhar para o mar onde nada se movia, nem sequer os barcos guerreiros, agora ancorados por falta de batalhas. Foi então que Maresia teve uma ideia tão brilhante quanto inesperada. E transmitiu-a ao rei:- Majestade, vou ordenar ao grande albatroz-real que mande a sua fêmea esvoaçar sobre as águas do mar.
- E de que modo é que isso pode alterar a monotonia dos meus dias? – quis saber o rei, sempre inquieto e perguntador.
- - Providenciarei – disse a feiticeira – para que a fêmea do albatroz-real ponha sete ovos no mar. Eu lançarei sobre esses ovos a minha poderosa magia, que é filha da magia mais antiga que o homem conhece. E, em breve, vereis o resultado deste meu plano.
Maresia recolheu à sua torre, à qual ninguém mais tinha acesso, e preparou tudo, de forma a satisfazer os desejos reais. No dia e na hora combinados, que tinham de obedecer às leis do Sol e da Lua, a fêmea do albatroz-real levantou voo e, com uma precisão matemática, depositou sete ovos no mar muito azul e imóvel. Sentado no seu trono, virado para a imensidão das águas, o rei ficou à espera que alguma coisa acontecesse. Se tudo ficasse exactamente como estava, não tardaria a pedir contas à feiticeira, até aí impecável no cumprimento das suas promessas mágicas.
No dia seguinte, ao acordar, o rei levantou-se e foi olhar para o mar.
Surpreendido, viu-o agitado e com um estranho movimento. Chamou então a feiticeira e perguntou-lhe:
- Está assim cumprida a tua promessa?
- Está majestade. De cada ovo posto nas águas pela fêmea do albatroz-real nasceu uma onda. Desse dia em diante, as ondas vieram rebentar no areal em ciclos de sete, e esta magia manter-se-á até ao fim dos tempos.
E assim era, de facto. Todos os dias, o mar se movia na direcção da fortaleza real em ciclos de sete ondas. O rei, liberto das preocupações e dos conflitos, sentava-se no seu trono adornado com conchas e pedaços de madrepérola e contava as ondas uma a uma, até que o sono o vencesse e o obrigasse a recolher ao seu leito erguido sobre quatro pequenas colunas de coral.
A feiticeira recebeu como recompensa pela sua engenhosa magia uma ilha cheia de fontes e de árvores frondosas, e nunca o mar quebrou o ritmo das sete ondas a rebentarem na brancura do areal.
Quando, muitos anos depois, o rei morreu, o seu imenso território ficou conhecido nos livros dos cronistas pelo nome de Reino das Sete Ondas.
Chegou o Festival de Cinema Indie ao Auditório Municipal Augusto Cabrita. No domingo, dia 13, pelas 11h, haverá 10 FILMES PARA FICAR FELIZ. Foi feita uma selecção de dez curtas-metragens para os mais jovens, a partir dos 5 anos: Vamos ver?
Podemos ler na contracapa:
Esta menina
"Era uma vez um mundo, lindo e radioso como um sol...
Para saberes o que aconteceu à Maria, requisita o livro na biblioteca.